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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A escolha do obstetra

Olha, eu até achei que tinha exagerado e cheguei a comentar aqui... pois bem, na verdade, eu não exagerei. Fiz o certo. Não gostei da primeira, vou tentar uma segunda. E continuarei tentando, se a GO de semana que vem não for A GO.

Aqui está uma reportagem tirada da Crescer. Muito bom!

A escolha do obstetra que vai acompanhar sua gravidez

Eles somam mais de 30 mil no país. Só por isso, escolher um obstetra já é um trabalho árduo. Como é preciso levar em conta que a gravidez é uma das experiências mais importantes na vida do casal, que a saúde da mãe e do bebê dependerá dele e um erro pode deixar grandes traumas, a dificuldade da escolha aumenta ainda mais. Geralmente, quem procura um obstetra é a mulher que engravida pela primeira vez e não tem um ginecologista fixo. Caso tenha, pode ser que ele não atue como obstetra — ou não tenha a qualificação desejável. Há também pacientes que querem um novo médico porque o anterior não corresponde mais às suas necessidades. Seja qual for o motivo, o objetivo é encontrar o profissional que reúna o maior número de qualidades consideradas essenciais pela futura mãe — e isso requer uma boa pesquisa. A verdade é que, excluindo-se os requisitos obrigatórios — ser formado em medicina com especialização em obstetrícia —, não há regras para saber quem é qualificado e quem não é. Também estão em jogo aspectos subjetivos. “Um médico que se preocupa com a vida pessoal da paciente pode ser ótimo para uns e intrometido para outros”, exemplifica o obstetra Abner Lobão Neto. O que conta é mesmo o conjunto de fatores.
Não se intimide
Para discernir, primeiro é preciso não temer a condição de especialista dos médicos. É claro que eles têm muito conhecimento. Nem por isso devem deixar de responder a todas as perguntas ou ser questionados em suas decisões. “Trata-se de um serviço, e deve ser pesquisado como tal. Não se deve ter vergonha de pesquisar sobre o médico”, alerta a enfermeira obstétrica Dóris Ammann Saad. Em segundo lugar, é preciso ter clareza do que vocês desejam (desejam, no plural, porque é importante que o pai da criança também registre suas opiniões). Preferências sobre o tipo de parto, por exemplo, são fundamentais para orientar a escolha. Para ajudar sua pesquisa, CRESCER elaborou uma lista de itens que você deve analisar para tornar mais fácil a busca pelo melhor profissional. Confira quais são e boa escolha!
O plano de saúde cobre
O primeiro desejo de uma grávida é ter um médico que atenda pelo seu plano de saúde. Você pode optar por um profissional na lista do convênio e verificar se ele é bom. Mas o ideal, segundo o obstetra Jacob Arkader, é ter alguma referência. “Pode ser a indicação de outro médico, como o dentista ou o dermatologista”, sugere. Marque quantas consultas forem necessárias até encontrar o médico que lhe agrade.
O plano de saúde não cobre
Se você não tem um convênio ou prefere usar o reembolso para ampliar as opções, vale o critério da indicação. Mas outro quesito passa a ser importante: o preço. E o mercado dita as regras. Quanto mais o médico oferece — sofisticação da aparelhagem, número de funcionárias, boa formação —, mais caro custa. O que não garante a qualidade. Negocie: divida o pagamento, peça um prazo maior para saldar a dívida, faça pacotes.
Homem ou mulher
Há grávidas que querem ser tratadas por mulheres porque acham que elas as entenderão melhor, ou porque os maridos pedem isso. Outras pacientes acreditam que os homens, por não conhecerem as dores femininas, serão mais respeitosos. O que vale é se sentir bem. “Sempre achei as mulheres mais sensíveis. Quando engravidei, escolhi uma obstetra, mas observei que ela era muito bruta e masculinizada. Mudei para outra, mais delicada. Nas complicações que tive no parto, ela ficou ao meu lado. Foi como se eu estivesse com a minha mãe”, conta a advogada Fernanda Fenerich.
O tipo de pré-natal e de parto
Logo na primeira consulta, diga tudo o que deseja em seu pré-natal e no parto. Se conversarem sobre isso depois, você corre o risco de mudar seus desejos só por conta do vínculo afetivo que já estabeleceu com o médico, e isso não é bom. O obstetra também terá oportunidade de dizer como faz seu trabalho. As expectativas têm de casar. E a experiência do médico também. Não adianta querer um parto em casa com um profissional que nunca fez isso. Já a cesárea é considerada uma cirurgia de médio porte, que envolve riscos e só deve ser feita em casos necessários. Um obstetra realmente qualificado alertará você sobre isso, pois sabe dos perigos envolvidos. Mas fique atenta. “Muitos médicos dizem que fazem parto normal, mas inventam algum motivo para a cesárea depois. Você pode investigar um pouco na própria sala de espera do consultório, conversando com a secretária e com outras pacientes para ter uma idéia da quantidade de cesáreas que ele faz”, diz a doula Ana Cristina Duarte.
O santo bateu
Se não houver empatia entre a mulher e o médico, tudo cai por terra. Às vezes você não gosta do bigode dele ou da atmosfera do consultório. Tudo é válido e deve ser levado em conta. A regra é simples: você tem de gostar dele. E confiar também. Em caso de emergência, o casal não terá cabeça nem tempo para ficar questionando as decisões do obstetra.
Boletim acadêmico
Converse sobre a formação e a carreira do médico, com ele mesmo e também com a secretária e outras gestantes. Ser ligado a alguma faculdade, por exemplo, indica que o médico se atualiza constantemente. Pesquisar seu nome na Internet pode mostrar também se ele participa de congressos, dá aulas ou palestras. É claro que existem ótimos médicos que se atualizam por outros meios, mas essa é uma ferramenta a mais de pesquisa.
Divã obstétrico
O bom médico sabe também ouvir sua paciente. Ele vai diagnosticar considerando o contexto e não apenas um sintoma. “Por isso, uma boa consulta tem de durar no mínimo 40 minutos. E a primeira demora muito mais, pois os dois estão se conhecendo ou, no caso de paciente antiga, modificando a relação”, diz o obstetra Abner. O profissional tem de estar disposto a responder a todas as dúvidas e explicá-las em linguagem clara. Deve, ainda, estar acessível 24 horas por dia, pelo bip, celular ou telefone de casa, e retornar as ligações o mais rápido possível.
Mil e um aparelhos
O equipamento básico de um obstetra, além dos instrumentos normais de um ginecologista, é o sonar, que capta os batimentos cardíacos do bebê. Dispor de ultrasom não acrescenta muito. “Um bom obstetra sabe como está a mulher ouvindo seus sintomas, medindo o abdômen, apalpando o útero, verificando peso e sinais no corpo, e ouvindo os batimentos do feto”, explica Ana Cristina. “O aparelho só serve para confirmar diagnósticos e verificar a posição do feto”, concorda o obstetra Abner. “Mas as mulheres gostam de ver o bebê nas consultas”, brinca. Mas atenção: exames de ultra-som, como o morfológico feito na 20ª semana, devem ser feitos por outro profissional. “O vínculo entre obstetra e paciente pode interferir na interpretação”, diz Abner.
Atendimento na maternidade
Cada obstetra tem os hospitais em que prefere trabalhar. Se você gosta da maternidade que está na lista dele, ótimo, pois o médico já conhece a estrutura e os profissionais do hospital e terá seu trabalho facilitado. Caso contrário, aponte suas preferências para chegarem a um denominador comum.
O companheiro aprova
O principal é a mulher se sentir à vontade e cuidada, mas o companheiro também deve participar da escolha. Além de tirar as próprias dúvidas — o que deixará a relação do casal muito mais tranqüila —, ele também ajudará a checar a qualidade do profissional.
Segunda opinião? Tudo bem
A gestação é um período delicado, que pode envolver riscos. Por isso, nunca é demais, em casos de dúvida, ouvir uma segunda opinião. Você tem o direito de consultar outros médicos, caso se sinta insegura ou não entenda o que está sendo feito. Um bom médico, além de ter maturidade para aceitar isso, também pede opiniões a outros colegas. Eles somam mais de 30 mil no país. Só por isso, escolher um obstetra já é um trabalho árduo. Como é preciso levar em conta que a gravidez é uma das experiências mais importantes na vida do casal, que a saúde da mãe e do bebê dependerá dele e um erro pode deixar grandes traumas, a dificuldade da escolha aumenta ainda mais. Geralmente, quem procura um obstetra é a mulher que engravida pela primeira vez e não tem um ginecologista fixo. Caso tenha, pode ser que ele não atue como obstetra — ou não tenha a qualificação desejável. Há também pacientes que querem um novo médico porque o anterior não corresponde mais às suas necessidades. Seja qual for o motivo, o objetivo é encontrar o profissional que reúna o maior número de qualidades consideradas essenciais pela futura mãe — e isso requer uma boa pesquisa.

A verdade é que, excluindo-se os requisitos obrigatórios — ser formado em medicina com especialização em obstetrícia —, não há regras para saber quem é qualificado e quem não é. Também estão em jogo aspectos subjetivos. “Um médico que se preocupa com a vida pessoal da paciente pode ser ótimo para uns e intrometido para outros”, exemplifica o obstetra Abner Lobão Neto. O que conta é mesmo o conjunto de fatores.

Bom, amores. Não podia deixar de compartilhar isso com vcs, né?! Quanto ao meu mal estar, já passou... pelo menos, a pior parte. Minha amiga médica achou mais prudente eu permanecer em casa esses dias para me recuperar bem, e eu tô seguindo o conselho dela. Não é fácil, mas tô de molho. Não fui ao ballet essa semana e confesso, me faz muuuuuuuuuita falta.

Quanto ao Angel Sounds, nem sinal...buaaaaaa. Só me resta esperar. E quanto às eleiçoes, eu não poderia deixar de falar: cuidado, amores. Cuidado em quem vcs vão votar. A lei do aborto e as leis a respeito do homossexualismo não são as únicas coisas que devem nos dirigir, mas, quem apoia essas coisas, apoia o caos no mundo. Então, cuidado, ok?!

Bjsss.

Um comentário:

Camila disse...

Oi querida, obrigada por passar no meu blog... Adorei a visita e vim retribuir!
Beijo grande pra vc e bb.

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